sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Dons Naturais, Espirituais e Ministeriais Parte I

            Existem na bíblia diversos dons, que são conhecidos, pelo menos escrituristicamente, pela grande maioria dos evangélicos, entretanto, há uma grande confusão quanto a classificação destes dons em relação ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, quero ajudar a todos quanto eu puder alcançar, através da mídia escrita, a entender quais são os dons naturais, quais são os dons ministeriais e quais são os dons espirituais.

Em I Corintios 12: 4-6 o apóstolo dos gentios discorre:

- existem diversos dons, mas o Espírito é apenas um., diversos ministérios, porem um só Senhor, operações diversas mas quem opera tudo em todos é Deus.

Lendo este texto, compreendemos que o conjunto de dons, deve ser classificado te forma "Tri-Una"
para melhor compreensão vejamos uma breve classificação embasados no texto acima:

Existem diversos dons mas o Espírito é apenas um...

              Os dons espirituais são classificados como dons(capacidade sobrenatural) concedidos pelo ESPÍRITO SANTO àqueles que ja se converteram a Cristo pelo testemunho da Cruz, Batizados e/ou não no Espírito Santo; Mas Batizados (inseridos) pelo Espírito no corpo de Cristo.

...diversos ministérios, porem um só Senhor...

             Os dons ministeriais são classificados como dons(capacidades sobrenaturais) concedidos por CRISTO aqueles qeu após se converterem tiveram um chanado específico (não tornando o sujeito especial) para o crescimento doutrinário, eclesiástico, qualitativo e quantitativo da igreja como agência do Reino de Deus.

...operações diversas mas quem opera tudo em todos é Deus.

              Os dons naturais são classificados como dons (capacidades naturais) concedidas por DEUS
àqueles (especificamente neste texto) que se converteram à  fé e foram chamados para ser membros do corpo místico de Cristo.

ATENTE PARA ISTO

             Este é o mais difício de ser identificado e aceito pelo povo de Deus, visto que os dons naturais podem ser concedidos a uma pessoa mesmo antes de ela se converter e até mesmo a pessoas que nunca vão se converter, pois vemos pessoas que tem uma grande capacidade de entendimento, interpretação, administração e outras habilidades, pessoas estas que não comungam com a nossa ou até mesmo com nenhuma fé.

            Para os crentes os dons naturais são concedidos por Deus para o crescimento pessoal, intelectual, e consequentemente para ajudar no crescimento qualitativo e intelectual da igreja, mas para os descrentes serve apenas para crescimento pessoal e intelectual, visto que ele não tem a unção do Espírito Santo para desenvouver eclesiasticamente o dom que Deus lhe concedeu.

             Na próxima oportunidade estarei discorrendo com mais propriedade, e fazendo as classificações específicas sobre o assunto e explicando detalhadamente os dons de acordo com as Pessosas da Trindade Santa.  

domingo, 11 de março de 2012

Concientização Missionária

Culto de Conscientização Missionária
Setor 03, Amaralina, SSA-BA 11/03/2012


Texto Base: Aos Romanos 1013-17

Tema: A Responsabilidade da Igreja como Agencia Oficial do Reino de Deus

· As missões das Pessoas da Trindade

· Pai: Jn 2: 9 / Jo 3:16

· Filho: Fp 2:5 / Rm 5:6

· Espírito Santo : Jo 16:9

Os 5 passos para a salvação das Vidas

1-Enviar________________________________________________
______________________________________________________
2- Pregar _______________________________________________
_______________________________________________________
3- Ouvir________________________________________________
_______________________________________________________
4-Crer__________________________________________________
_______________________________________________________
5- Invocar_______________________________________________
_______________________________________________________ jonasefrancis।blogspot।com

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O menino que consertou o mundo


Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de minorá-los.Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para as suas dúvidas.Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo a trabalhar.Vendo que seria impossível demovê-lo, o pai procurou algo que pudesse distrair-lhe a atenção.Até que deparou com o mapa do mundo. Com o auxília de uma tesoura, recortou-o em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho:
-Vou lhe dar o mundo para consertar. Veja se consegue. Faça tudo sozinho.
Pensou que , assim, estava se livrando do garoto, pois ele não conhecia a geografia do planeta e certamente levaria dias para montar o quebra cabeça.Uma hora depois, porém, ouviu a voz do filho:
-Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho!!
Para a surpresa do pai o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidas lugares . Como seria possível?Como o menino havia sido capaz?
-Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?
-Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e descobri que havia consertado o mundo.

*autor desconhecido

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Sexo oral é ou não pecado para o casal cristão?


Há uma pergunta no meio do povo de Deus que não quer calar, a pergunta é:

Sexo oral é ou não pecado para o casal cristão?

A muitos anos o povo de Deus pôs sobre si um peso muito grande na sexologia cristã, houve um tempo em que os casais não tiravam as roupas na hora de praticar as relações sexuais, em vez disto ele faziam um "Buraco" num lençol ou outro pedaço qualquer de tecido e punham o órgão genital naquele espaço e praticavam o ato apenas para a procriação.

Muitos dizem que o casamento foi criado por Deus apenas com o intuito do crescimento e multiplicação da espécie humana, eu porém tenho uma visão diferente desta pois Deus disse:

- Não é Bom que o homem esteja só.
Deus fez a mulher para completar o homem no sentido emocional e [neste caso] sexual, Deus disse ainda para Eva: o teu desejo será para o teu marido.

Muitos foram os casais que se separaram por causa do sexo oral. As vezes o homem quer mais a mulher acha que é pecado, e outras vezes é o inverso, isto trás uma grande frustração para ambos e começam as grandes brigas que levam a separação.

Acredite, todo casal começa a se separar na cama, no caso dos cristãos, o grande vilão é a dúvida que os pressiona.

Certa vez uma jovem casada me disse que estava se separando do marido que não era crente e que o casamento não dava mais certo, então eu perguntei a ela o que estava acontecendo e ela disse que ele queria que ela fizesse o que era pecado, e eu perguntei a ela -O que é pecado?
E ela disse, aquele tipo de sexo que o crente não pode praticar, então ela demorou a me dizer que se tratava do sexo oral, e eu fiz a ela uma pergunta que a deixou pasma:

Você prefere fazer isso com ele ou que ele arrume uma na rua que faça?
-Prefiro eu mesma fazer. Disse ela. Então eu falei o que está esperando? não perca seu marido.

Eu não posso dizer se sexo oral é ou não pecado, isso depende da consciência de cada um, se você e se conjuge acham que é pecado, mesmo se a bíblia nada diz sobre isso, quem sou eu pra te dizer que não é, e se acham que não quem sou eu pra dizer que é. Como disse Paulo. Feliz o Homem que não se condena naquilo que Aprova (RM 14.22). Se um casal acha que não deve praticar, pecará se praticar, e se um casal acha que deve praticar pecará se negar este direito a seu conjuge pois disse Paulo: Não vos defraudeis um a outro. ou seja não negue o direito sexual do seu conjuge. se porém há divergência de opiniões entre os dois é necessário sentar e resolver esta situação antes que um ou outro venha ser gravemente prejudicado.

O que não podemos é estabelecer o nosso pensamento como doutrina bíblica.

Se porem resolverem praticar que haja higiene bem como em uma relação vaginal.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A Relevância da EBD

A Relevância da EBD
A Escola Bíblica Dominical está inserida num amplo contexto educacional denominado Educação cristã. A educação cristã, como instrumento de formação e aperfeiçoamento do caráter cristão, não ocorre apenas no ambiente da Escola Bíblica Dominical, mas em todos os setores e seguimentos da igreja local. Nesta rica oportunidade, apresentaremos razões que justifiquem a relevância da EBD como principal ferramenta de Educação Cristã na igreja.

I. Sua essencialidade
A- A Escola Dominical não é uma atividade educativa opcional, é essencial.
Pela razão de a igreja estar intrinsecamente associada à educação cristã, a Escola Bíblica Dominical como departamento principal de ensino, não é opcional, é vital, pois, incrementa e dinamiza todas as atividades e iniciativas educacionais e evangelísticas dos demais setores. Desde os primórdios a Igreja Cristã perseverava na doutrina e instrução dos apóstolos. No primeiro século não havia templos,as famílias reuniam-se nas suas casas para orar, comungar e estudar a Palavra de Deus. Os crentes mais experientes ensinavam os neófitos explicando e interpretando os pontos mais difíceis das Escrituras de acordo com a orientação dos apóstolos e diretamente do Espírito Santo.
E hoje? A Igreja está realmente interessada em estudar a Bíblia?

B – Onde fica a EBD no programa geral das nossas igrejas? Qual a sua importância?
Há algumas décadas, na maioria das igrejas tradicionais, era comum o número de matriculados na Escola Bíblica Dominical ultrapassar o de membros da igreja. O que podemos dizer das nossas Escolas Bíblicas Dominicais atualmente?

C – A importância da Escola Dominical está explicita no seu principal conceito.
A Escola Dominical conjuga os dois lados da Grande Comissão dada à Igreja (Mt 28.20; Mc 16.15). Ela evangeliza enquanto ensina.

O cumprimento da Grande Comissão, através da EBD, pode ser visto em quatro etapas:

1-Alcançar – a EBD é o instrumento que cada igreja possui para alcançar todas as faixas etárias. 2-Conquistar – através do testemunho e da exposição da Palavra. (Jo 6.45). A conversão é perene quando acontece através do ensino.
3-Ensinar – até que ponto estamos realmente ensinando aqueles que temos conquistado?
Há quem diga que o ensino metódico e sistemático é contrário à espiritualidade? Isto é verdade?
"O ensino das doutrinas e verdades eternas da Bíblia, na Escola Bíblica Dominical deve ser pedagógico e metódico como numa escola, sem, contudo deixar de ser profundamente espiritual."
Isto significa que devemos ensinar a Palavra de Deus com seriedade e esmero, apropriando-nos dos mais eficazes recursos educacionais que estejam à nossa disposição: (Rm 12.7b).
4-Treinar – devemos treiná-los para que instruam a outros.
Estas 4 etapas estão conjugadas aos 3 principais objetivos da Escola Dominical que são:
§ ganhar vidas para Jesus,
§ desenvolver a espiritualidade dos alunos,
§ treinar o cristão para o serviço do Mestre.

II. É importante porque é a principal agência de ensino na igreja
A EBD é a maior agência de ensino da Igreja. Nenhuma outra reunião tem um programa de estudo sistemático da Bíblia com a mesma abrangência e profundidade. Ajustado a cada faixa etária, o currículo da EBD possibilita um estudo completo das Escrituras em linguagem acessível a cada segmento, criando raízes profundas na vida de cada crente.

III. É importante porque é uma escola que transforma.
Foi a criação da Escola Bíblica Dominical, da forma como é conhecida atualmente, que mudou a face da Inglaterra. Crianças que antes tinham comportamento marginalizado, abandonadas à sua própria sorte, começaram a ser atraídas por Robert Raikes para reuniões sistemáticas com tríplice ênfase: social, bíblica e evangelística.

IV. É importante porque fortalece a comunhão com Deus e entre os irmãos.
Não pode haver crescimento espiritual fora do contexto da comunhão cristã:
(Ef 4.13). (At 2.42,44).
A Escola Dominical oferece um ambiente propício ao inter-relacionamento dos crentes.
Ela representa o lar espiritual onde, além do conhecimento da Palavra de Deus, se compartilham idéias, princípios, verdades e aspirações.

IV. É importante porque é uma ferramenta de evangelização e discipulado

V- É importante na edificação total da família cristã
Ela não cuida apenas da formação espiritual, mas preocupa-se com a edificação geral, que inclui: bons costumes, exercício da cidadania e a formação do caráter. A EBD complementa e, às vezes corrige a educação ministrada nas escolas seculares.

VI-A - A EBD complementa a educação cristã ministrada nos lares
No Antigo Testamento, entre o povo de Deus, eram os próprios pais, os responsáveis pelo ensino das Escrituras:
(Dt 11.18,19). E (Dt 17.19)
O objetivo final é sempre cumprir: (Tg 1.22).
A grande maioria das famílias recebe pouca ou nenhuma instrução na Palavra de Deus, no lar, sob a liderança do seu chefe. Em função de a Bíblia perder seu lugar no seio da família, a igreja ficou com a grande responsabilidade de providenciar educação religiosa.
Todo o impacto desta responsabilidade caiu sobre a EBD e seus professores. Além de aproximar pais e filhos na comunhão do corpo de Cristo, a EBD introduz crianças, adolescentes, jovens e adultos no conhecimento bíblico, afastando-os da ociosidade e das más companhias.

VII. É importante porque é fonte de genuíno avivamento
Hilquias, o sacerdote: “Achei o livro da Lei na Casa do Senhor” (2 Cr 34.15).
É um chamamento à redescoberta do ensino da Palavra de Deus como base de todo o avivamento. Não há outro caminho para manter a Igreja viva, a não ser o retorno às Escrituras.


Do Pastor Marcos Tuller

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Faraoh, Egipto e José

Faraoh,Egipto e José

Vivemos num tempo no qual muitos cristãos estão bitolados a um pensamento uno da Bíblia, são pessoas que não aceitam uma revelação de Deus a outrem de alguns mistérios concernentes a Sua Palavra, estes, por não ter a mente aberta para entender o que a Palavra de Deus tem a nos transmitir, recusam-se a ler ou ouvir uma pregação nunca antes pregada e acham que não tem bases bíblicas ou teológicas.

Eu particularmente já ouvi alguns absurdos como: Marta, Tira a Pedra; Deus disse: Faz por ti que eu te ajudarei; Jesus foi no inferno desafiou Satanás em seu próprio tronco e tomou das mãos do Diabo as chaves da morte e do inferno, Jesus vai voltar no ano 2000, e por aí se vão os grandes erros teológicos e bíblicos.

Tive uma revelação da Palavra de Deus, e sou sincero em escrever aqui que também fiquei muito surpreso com esta revelação, mas depois não hesitei em pregá-la na minha igreja e é claro que alguns por não prestarem atenção e outros que não aceitam uma mensagem tão “NOVA” me interpretaram mal; mas eu quero escrever aqui o que realmente Deus me revelou.

Sempre que falamos de Faraoh logo vem a mente de todos: Tipo de Satanás, este é o homem que por mais de 400 anos oprimiu o povo de Deus no Egipto, este é o homem que tentou matar o povo de Deus.

Mas que tal lembrarmos que o Faraoh da época de José não é o mesmo da época de Moisés, e muito menos o mesmo aquele que mandou matar todas as crianças no Egipto que nascessem dos hebreus; não este homem não era tão mal assim, pelo contrário, apesar de ser um homem politeísta, e que era reverenciado como o filho de deus sol, este foi o homem que recebeu de Deus uma visão que mudou a vida de todo o seu povo e que através deste sonho o povo de Deus pode ser mantido vivo.

Quando falamos do Egipto, logo pensamos: É o mundo, todos os sistemas do mundo seguem o antigo sistema do Egipto.

Mas a revelação que eu recebi de Deus tem bases bíblicas e teológicas. E para que elas possam ser mais compreendidas eu vou escrever sobre cada uma por vez.

Primeiro:

Faraoh representando Deus.

Como pode ser isto visto que este homem era um idólatra? Eu explico como; Faraoh era o título dos soberanos do Egipto e este rei era assim chamado por conta da tradição, no dia da sua coroação, se dizia: Hoje nasceu o filho do deus sol.
As pessoas não se incomodam quando comparamos Davi a Deus, e se esquecem que ele foi um adultero, assassino e polígamo, (2 Sm 11) e que tal Abraão que foi um mentiroso, a ainda assim é chamado por Deus de Meu amigo, não estou com isto diminuindo os méritos dos homens de Deus que por sinal em muito me espelho neles, ou falando que Deus é amigo dos injustos mas estou demonstrando que Deus não tem filhos prediletos e que Ele não escolhe apenas pessoas que lhe agradam em tudo. Esqueçamos pois o fato de ele ser um homem idólatra e façamos de conta que ele era judeu.

Comparações entre Deus e Faraoh:

Quem era Rei? Faraoh – Quem é Rei eternamente? Deus
Quem é que muda o nome de uma pessoa adulta? Deus - Quem mudou o nome de José? Faraoh.

Agora raciocine: Se Deus não desse este sonho ao Faraoh e este não chamasse José para interpretá-lo de maneira nenhuma o povo de Deus teria sobrevivido aquela seca, pois esta foi a maneira que Deus trabalhou para manter seu povo em vida, a Palavra de Deus não chegaria até nós, caso isto não tivesse acontecido, então eu ouso dizer: Faraoh foi um canal de benção para todos e inclusive para mim.

Faraoh era tipo de Deus no sentido de autoridade absoluta, sobre os seus subordinados e conseqüentemente sobre todos os habitantes da terra visto que o Egipto era o reino que regia o mundo de então. Quando faltou comida em todo o Egipto o povo clamou a Faraoh, e este respondeu: Ide a José, o que ele falar, isto fazei (Gn. 41.55). Isto nos conduz a Mateus 17 quando durante a transfiguração de Cristo ouve-se a voz de Deus. Este é o meu filho amado e nEle me comprazo, ouví-o.
E se você ler a história vai acabar encontrando outras comparações.

Segundo
Egipto representando o reino dos Céus.

Quando toda a terra passava fome, foi no Egipto que encontraram alimento.
Quando toda a terra estiver sofrendo nas mãos do anticristo, Cristo estabelecerá o reino dos Céus na terra, quando todo o povo estava para morrer o alimento do Egipto lhe deu vida, quando todo o povo estiver para morrer Cristo virá dos Céus com poder e grande glória para lhes dar socorro e vida longa.



Terceiro
José representando Cristo.

Bem, com isto eu não tenho dificuldades, visto que José era da família de Israel. Mas para que fique completo este artigo vamos discorrer.

Comparações entre José e Jesus.

José nasceu por um milagre, sua mãe era estéril - Jesus nasceu por um milagre, Sua mãe era virgem.
José foi vendido por seus irmãos - Jesus foi vendido por um dos doze.
José foi preso - Jesus também.
José foi reconhecido como um homem que tinha o Espírito de Deus - Jesus foi reconhecido como profeta.
José foi exaltado - Jesus Foi Glorificado
José recebeu o nome de Zafinat-penéia que quer dizer salvador do mundo - Jesus quer dizer Jeová Salva.
José recebeu do Faraoh um nome que era sobre o nome de todos e quando ele passava todos se ajoelhavam ( para a glória de Faraoh e do Egipto [isto não é bíblico mas intenção desta reverencia é obvia] )
Jesus recebeu do Pai um nome que é sobre todo o nome para que ao Seu nome se dobre todo o joelho dos que estão nos céus e na terra e debaixo da terra e toda língua confesse que Jesus Cristo é O Senhor para a glória de Deus Pai. Fil. 2.9-11

José comprou para Faraoh com cereais todas as terras do Egipto, Jesus com seu sangue comprou para Deus Homens de todas as nações, povos tribos e línguas ( Homem [Adam] no sentido particular significa terra vermelha, e mulher[Eva] significa vivente, homem no sentido universal significa terra vermelha vivente)


Não duvide Deus ainda tem muitas revelações para nos dar através de Sua Palavra.



A Bíblia bem lida é uma coisa linda!!!!!

terça-feira, 6 de abril de 2010

... e as portas do inferno não prevalecerão contra ela

Pois também te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra
edificarei a minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.
Mt. 16.16.

Esta é uma das passagens bíblicas mais lidas e mais pregadas nas igrejas evangélicas, visto que Cristo dá a sua igreja, tão grande privilégio de ser conhecida como aquela contra quem as “portas do inferno” não prevalecem.

Entretanto há uma necessidade de fazermos uma análise um tanto mais detalhada a respeito deste tão maravilhoso versículo.

Ao lermos um texto pela primeira vez, vemo-lo com uma visão geral, na segunda vez, a visão é de devocional e na terceira vez a visão é analítica.

Existem três tipos de contexto para se fazer um estudo exegético, o primeiro contexto é o bíblico (imediato ou remoto), o segundo é o teológico e o terceiro é o histórico.

Poderia eu me prender a questão de quem seria a pedra, mas não vejo aqui necessidade para discorrer este assunto visto que é mais do que provado que a pedra a quem Cristo se referia era Ele mesmo, como a pedra angular. Porém não deixando dúvidas de que Pedro bem como os outros apóstolos é uma pedra de grande importância nos fundamentos da igreja de Cristo (Ef. 2.19-22).

No entanto o que eu quero discorrer aqui é a que inferno Cristo se referia, e como não prevaleceria contra a igreja que Ele estava para edificar.

Inferno.

Antes de darmos uma definição para esta palavra é necessário lembrar que a bíblia é um Livro que apesar de ser muito exato em seu conteúdo não foi escrito no português, mas no hebraico, aramaico, latim e a maior parte do Novo Testamento em grego, idiomas estes que são mui ricos diante do português.

Inferno no Hebraico é Sheol, no grego é Hades, ou ainda Tártaro e Geena.

Hades ou Sheol, são a mesma palavra e só muda o idioma e ambas significam inferno, que pode também ser traduzida como, morada dos mortos, ou morte. (Compare em Salmos 16.8-10 nas versões RC e RA)

Tártaro é a palavra grega para inferno, ao se referir as cadeias eternas nas quais alguns dos anjos que pecaram foram lançados e reservados para o dia do juízo.

Geena é outro nome grego para inferno, e se refere ao centro de cremação do tempo do rei Acaz cujo nome quer dizer “Vale dos filhos de Hinon” que era um prenuncio do lago de fogo eterno.

Ao dizer que as portas do inferno não prevaleceriam contra a igreja Jesus utilizou a palavra Sheol/Hades, que quer dizer inferno ou morte.

Ao discorrer sobre a incorruptibilidade que nós receberemos em nosso corpo e do corpo incorruptível com que os mortos em Cristo ressuscitarão, Paulo cita uma frase que mais tarde se tornaria uma das mais citadas da igreja:

“Onde está ó morte a tua vitória, onde está ó inferno o teu aguilhão”.

Observe o que Paulo diz:
“Onde está ó morte a tua vitória, onde está ó inferno o teu aguilhão”.

Paulo faz uma redundância poética ao citar Oséias 13:14 usando a palavra Sheol.

Na versão RA está escrito assim

“Onde está ó morte a tua vitória, onde está ó morte o teu aguilhão”.

E por aqui entendemos ainda mais que inferno e morte são a mesma palavra ou que pelo menos estão intimamente ligadas (Ap. 6.8).

O problema é que sempre tivemos a visão de que Satanás é o rei do inferno e a primeira interpretação desta palavra é que por mais que o Diabo e seus anjos lutem contra a igreja de Cristo, não vão prevalecer.

A palavra porta pode ser vista como poder e nós podemos entender, portanto, que Jesus estava dizendo que os poderes da morte não seriam fortes o suficiente para impedir o crescimento da sua igreja, falava de sua própria morte, e também daqueles que haviam de morrer por causa do evangelho.

Então este versículo pode ser visto como:

“Pois te digo que tu és uma das pedras sobre as quais, eu edificarei a minha igreja e que eu sou a Pedra angular desta grande construção e por mais que morram os seus elementos, os poderes da morte não irão impedir que ela continue a crescer”.

A Bíblia bem lida é uma coisa linda!!!!!
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