sexta-feira, 13 de maio de 2016
terça-feira, 20 de outubro de 2015
Escatologia Cristã
Escatologia Cristã
A
Doutrina das
Últimas
Coisas
Por Jonas Azevedo
Índice
Introdução-----------------------------------------------------------------3
Profecias Escatológicas do Antigo
Testamento---------------------4
Profecias Escatológicas do Novo Testamento-----------------------5
Onde começa a Escatologia---------------------------------------------5
Nascimento de João Batista---------------------------------------------5
Nascimento de Jesus-----------------------------------------------------5
Morte de Jesus------------------------------------------------------------6
Ressurreição de Jesus----------------------------------------------------6
Ascensão de Jesus--------------------------------------------------------6
Princípio das dores-------------------------------------------------------6
Arrebatamento------------------------------------------------------------7
Grande Tribulação--------------------------------------------------------8
O Retorno do Messias----------------------------------------------------9
O fim do Anticristo e do Falso profeta--------------------------------9
A Prisão de Satanás-------------------------------------------------------10
Julgamento das
Nações--------------------------------------------------10
O Milênio-------------------------------------------------------------------10
Soltura revolta e o fim de Satanás-------------------------------------11
O Juízo
Final----------------------------------------------------------------11
A Nova Jerusalém---------------------------------------------------------11
A Culminância--------------------------------------------------------------11
Introdução
Escatologia (do grego antigo εσχατος, “eschatucs” "último", mais o sufixo logia) quer dizer
literalmente, estudo final, ou Últimos estudos, ou ainda Estudo das Últimas
Coisas; entre os cristãos a DUC. (Doutrina das Últimas Coisas) é tratada com
muita seriedade, em especial aqueles que se esmeram no ensino-aprendizagem da Palavra
de Deus.
A
DUC é muitas vezes evitada e até mesmo rejeitada por alguns cristãos, que se
dizem motivados pela falta de concordância bíblica para defenderem algum
pensamento concernente ao assunto; na verdade, a Bíblia é muito clara no que
diz respeito aos últimos eventos da história da humanidade, pois, ao contrário
do que muitos pensam, a Bíblia não é um mistério, depois da encarnação de
Cristo, ela é a principal revelação de Deus para o homem, o principal livro de
profecias da Bíblia carrega em seu título o nome de Apocalipse, (do grego αποκάλυψις, apokálypsis,
que significa "revelação", formada por "apo", tirado de, e
"kalumna", véu. Um "apocalipse", na terminologia do judaísmo e do cristianismo, é a revelação divina de coisas que até então permaneciam secretas a um profeta escolhido por Deus. Por extensão, passou-se a designar de "apocalipse" os
relatos escritos dessas revelações. Devido ao fato de, na maioria das bíblias
em língua portuguesa se usar o título Apocalipse e não Revelação,
até mesmo o significado da palavra ficou obscuro, sendo às vezes usado como sinônimo de "fim do mundo"
portanto é a revelação de Jesus Cristo quanto aos últimos eventos da raça
humana.
Veremos neste breve
estudo que as profecias bíblicas cumpridas e ainda não cumpridas foram
vaticinadas por muitos homens, em épocas diferentes e em contextos sociais e
culturais bastante contrários, mas que são de absoluta fidedignidade, pois o
inspirador é um só, o Espírito Santo.
Capítulo 1
Profecias Escatológicas do Antigo Testamento
Não
é difícil encontrar uma profecia escatológica no antigo testamento, pois o
projeto de Deus de salvar o homem existiu antes mesmo de o homem ser criado,
vejamos, pois uma relação de profecias bíblicas referente aos últimos Dias.
Gn.
3:15- Apesar de não ser uma profecia,(visto
que não foi enunciada por nenhum profeta, e sim palavras do próprio Deus),
é um dos textos mais comentados a respeito da vitória final do bem sobre o mau,
neste texto o Senhor diz para Satanás (serpente)
Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua
descendência e o descendente dela; este ferirá a sua cabeça, e você lhe ferirá
o calcanhar.
Gn. 22ss. – Neste
texto o Senhor Deus faz uma encenação maravilhosa sendo Ele mesmo representado
por Abrahão, e Cristo sendo representado por Isac, em um dado momento, mais
especificamente nos versículos, 7 e 8, há uma conversa entre pai e filho que
intriga os pensamentos dos leitores da Bíblia:
Isac disse a seu pai Abrahão:
"Meu pai! " "Sim, meu filho", respondeu Abrahão. Isaque
perguntou: "As brasas e a lenha estão aqui, mas onde está o cordeiro para
o holocausto? "
Respondeu Abrahão: "Deus mesmo há de prover o cordeiro para o holocausto, meu filho".
Respondeu Abrahão: "Deus mesmo há de prover o cordeiro para o holocausto, meu filho".
Gn.
49:10 – Neste texto, o patriarca Jacó, enquanto abençoava os seus filhos, falou
referente a Cristo nos últimos dias da história
humana quando Ele governará com “vara” ou cetro de ferro, todas as
nações, disse:
O cetro não se apartará de Judá, nem o bastão de comando
de seus descendentes, até que venha aquele a quem o cetro pertence, e a ele as
nações obedecerão.
Sl. 22ss-Este é um
dos Salmos que mais se encaixam com os sofrimentos do Messias, pois fala
detalhadamente de como Ele morreria 1000 anos antes de seu nascimento,
Salmos 22:1 Deus
meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que te alongas do meu auxílio e das
palavras do meu bramido?
Salmos 96 : 8-13 – Fala do Reinado do Messias
Dai ao Senhor a glória devida ao seu nome; trazei oferenda, e entrai nos
seus átrios. Adorai ao Senhor na beleza da santidade; tremei diante dele toda a
terra. Dizei entre os gentios que o Senhor reina. O mundo também se firmará
para que se não abale; julgará os povos com retidão.
Alegrem-se os céus, e regozije-se a terra; brame o mar e a sua plenitude.
Alegre-se o campo com tudo o que há nele; então se regozijarão todas as árvores do bosque, Ante a face do Senhor, porque vem, porque vem a julgar a terra; julgará o mundo com justiça e os povos com a sua verdade.
Alegrem-se os céus, e regozije-se a terra; brame o mar e a sua plenitude.
Alegre-se o campo com tudo o que há nele; então se regozijarão todas as árvores do bosque, Ante a face do Senhor, porque vem, porque vem a julgar a terra; julgará o mundo com justiça e os povos com a sua verdade.
Isaias - O Profeta Isaias falava
com muita propriedade sobre diversos assuntos concernete ao Messias, Nascimento
(Cap.7 e 9), Ministério(Cap. 11 e 42) Morte e Ressurreição (Cap. 53), Reinado
(cap. 11 e 65), etc.
Daniel - É um dos livro mais
escatológicos da Bíblia pois fala com muita precisão a respeito dos grandes
reinos da terra e do reino do Messias que os suplantará, e fala tambem sobre o
anticristo e o seu governo durante a grande tribulação:
No Capítulo 2, o rei
Nabucodonosor teve um sonho, e se perturbou ao ponto de esquecer o que havia
sonhado, seus magos não puderam revelar-lhe nem o sonho e muito menos a
interpretação deste, mas Daniel, pediu um tempo ao rei e foi buscar ao Senhor e
Deus Lhe deu a revelação, referia-se aos cinco grandes impérios da Humanidade
incluindo o do anticristo.
Zacarias
É no livro de Zacarias que encontramos uma das profecias
mais completas e de maior conteúdo teológico para o embasamento dos
ensinamentos que dizem respeito ao advento do Messias, nos capítulos 12-14 nós
encontramos uma das profecias de maior importancia para o povo de Israel que
estará a mercê do anticristo, quando for atacado pelos exercitos do mal para
eliminar de uma vez por todas aquela nação, o próprio Senhor Jesus virá em seu
socorro.
Capítulo 2
Profecias Escatológicas do Novo Testamento
Na realidade, o único
livro de profecia do Novo Testamento é o Apocalipse, mas, em todo o NT
encontramos profecias em especial escatológicas, principalmente enunciadas pelo
próprio Senhor Jesus, Ele falou a respeito do final dos tempos com muita
propriedade, profecias estas que são sem dúvida o grande horizonte no qual a
igreja observa, para anunciar com mais ousadia a Palavra de Deus, e falar com
mais intrepidez a respeito da Vinda de Cristo.
Na verdade grande parte do
ministério de Jesus foi de proclamação da chegada do Reino de Deus, vemos isto
em suas parábolas, em suas coversas com os discípulos e com aqueles que
pretendiam se tornar seus seguidores. Mateus 24:1-51
Capítulo 3
Onde começa
a Escatologia
3.1 – O nascimento de João Baptista
A escatologia começa com o nascimento de João
Baptista, ele era o profeta que haveria de vir no espírito e intrepidez do
profeta Elias, segundo a profecia de Malaquias, para abrir o caminho para o
Messias,
Malaquias 4:5-6 Vejam, eu enviarei a vocês o profeta Elias
antes do grande e terrível dia do Senhor. Ele fará com que os corações dos pais
se voltem para seus filhos, e os corações dos filhos para seus pais; do
contrário eu virei e castigarei a terra com maldição. “
A mulher de Zacarias (pai de
João) era estéril, e por isso houve uma dúvida do próprio Zacarias a respeito
desta concepção, mas a palavra do Senhor anunciada pelo seu anjo, se cumpriu
cabalmente na vida de João e ele se tornou um símbolo de coragem e de intrepidez
para aqueles que pregam a Palavra do Senhor. (Lc 1: 5-25 e 1:57-80)
3.2 - O nascimento de Jesus
Não diferente do nascimento de
João Baptista, o nascimento de Jesus se deu de uma forma miraculosa, mas se
Isabel era estéril, o caso de Maria era de superior dificuldade para a
compreensão humana, ela era virgem, e estava prometida a casamento com José,
que era homem justo; havia sido vaticinado pelo profeta Isaias que de uma
virgem nasceria o Messias. (Lc. 1:26-38 – Is. 7:14)
Confiemos, no Senhor nosso
Deus o qual é capaz de mover a Sua mão até mesmo para mudar o que está
determinado pela natureza para cumprir o Seu propósito.
Capítulo 4
A Morte de
Jesus
A morte de Jesus é algo
que mexe com o psicológico das pessoas, pois ele sabia quando morreria, porque
morreria, sob quais acusações e até mesmo com que tipo de morte (método de
execução) iria morrer, mas em nenhum momento Ele se deixou levar por este
conhecimento para viver em tristeza ou mesmo em depressão, pelo contrário Ele
viveu feliz cada momento de Sua vida.
A
morte de Jesus assim como a ressurreição, é algo, de extrema importância para
concretização da salvação e para que as Suas palavras sejam vistas como
fidedignas.
Em várias passagens bíblicas
no AT, nós encontramos referencias sobre a morte de Jesus, como por exemplo, o
Salmo 22, e Isaias 53.
Capítulo 5
A Ressurreição de
Jesus
A ressurreição de Jesus
é o grande pilar da fé cristã, se algum cristão tiver dúvida quanto à
ressurreição de Cristo, este cristão nem mesmo é digno de ser assim chamado,
pois a ressurreição de Jesus é o que nos dá confiabilidade em pregar a Sua
Palavra, e anunciar que ele há de voltar. Profecias sobre a ressurreição de
Jesus são encontradas no AT, principalmente no Salmo 16:10.
Nenhum cristão pode duvidar da morte e muito menos da
ressurreição de Cristo, pois se Cristo não morreu, também não ressuscitou, e se
não ressuscitou, em que está embasada a nossa fé? E ainda se Ele falou que
morreria e que ressurgiria, e isto não aconteceu, que segurança temos de que
Ele voltará?
Capítulo 6
A Ascensão
de Cristo
No momento em que Jesus
subiu aos céus, foi visto por Seus seguidores, eles ficaram maravilhados, pois
Jesus subiu enquanto falava com eles.
Salmos 24:7-10 Abram-se, ó portais; abram-se, ó portas antigas, para que o Rei da glória entre.
Quem é o Rei da glória? O Senhor forte e valente, o Senhor valente nas guerras.
Abram-se, ó portais; abram-se, ó portas antigas, para que o Rei da glória entre.
Quem é esse Rei da glória? O Senhor dos Exércitos; ele é o Rei da glória!
Atos 1: 9-11 foi elevado às alturas enquanto eles olhavam, e uma nuvem
o encobriu da vista deles. E eles ficaram com os olhos fixos no céu enquanto
ele subia. De repente surgiram diante deles dois homens vestidos de branco,
que lhes disseram: "Galileus, por que vocês estão olhando para o céu? Este
mesmo Jesus, que dentre vocês foi elevado ao céu, voltará da mesma forma como o
viram subir".
As palavras dos anjos a respeito da partida e do
retorno de Cristo derruba qualquer especulação dos estudantes descompromissados
com o conteúdo bíblico-teológico, que ensinam que na vinda de Jesus (advento)
Ele virá montado num cavalo, voando pelos ares. As palavras dos anjos dizem que
Ele retornará da mesma forma que subiu.
Capítulo 7
O Princípio das dores
O princípio das dores começou na verdade a partir das
perseguições sofridas pela igreja primitiva a começar pela morte de Estevão,
mas as palavras de Jesus nos deixam de olhos abertos para que estejamos atentos
ao princípio das dores, para que entendamos quando Ele está para voltar.
Mateus 24:6-8 "Vocês ouvirão falar de guerras e rumores de guerras, mas não tenham medo. É necessário que tais coisas aconteçam, mas ainda não é o fim. Nação se levantará contra nação, e reino contra reino. Haverá fomes e terremotos em vários lugares. Tudo isso será o início das dores.
Mateus 24:32-35 Aprendam a lição da figueira: quando seus ramos se renovam e suas folhas começam a brotar, vocês sabem que o verão está próximo. Assim também, quando virem todas estas coisas, saibam que ele está próximo, às portas. Eu lhes asseguro que não passará esta geração até que todas essas coisas aconteçam. O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão".
Capítulo 8
O Arrebatamento
Arrebatar
segundo os melhores dicionários significa
Retirar; tirar de um lugar com violência; arrancar, Tomar de assalto.
Muitos cristãos confundem
arrebatamento da igreja com advento do Messias, e outros acreditam no advento
mas não no arrebatamento, outros acreditam no arrebatamento e não no advento, e
ainda outros não acreditam nem numa coisa nem em outra, acreditam apenas na
vida com Cristo após a morte e que tudo o mais é confusão teológica, mas o que
a bíblia diz a respeito do arrebatamento da igreja, irá de fato acontecer?
Quando? Porque?.
Todo cristão tem o dever de buscar estas
respostas na Bíblia sagrada, visto que ela é a nossa única regra de fé e
prática, portanto não podemos de maneira nenhuma fugir desta realidade, pois
independente do que qualquer que seja o teólogo acredite, Cristo arrebatará a
sua igreja em breve.
O
apótolo Paulo falava de uma forma muito clara quando se referiu ao
arrebatamento em sua primeira carta aos
tessalinicences 4:13ss; ele disse:
Irmãos, não queremos que vocês sejam ignorantes quanto aos
que dormem, para que não se entristeçam como os outros que não têm esperança. Se cremos que Jesus
morreu e ressurgiu, cremos também que Deus trará, mediante Jesus e juntamente
com ele, aqueles que nele dormiram. Dizemos
a vocês, pela palavra do Senhor, que nós, os que estivermos vivos, os que
ficarmos até a vinda do Senhor, certamente não precederemos os que dormem.
Pois, dada a ordem, com a voz do arcanjo e o
ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá do céu, e os mortos em
Cristo ressuscitarão primeiro. Depois
disso, os que estivermos vivos seremos arrebatados juntamente com eles nas
nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor
para sempre. Consolem-se uns aos outros
com estas palavras.
Entendemos pois pela Palavra do Senhor que o
arrebatamento da Igreja será precedito pela ressurreição dos que morreram com
Cristo e dos que morreram esperando o Cristo, isto inclue Abraão, Noé, Adão,
Moisés, Daví, e todos os servos de Deus do antigo pacto que morreram cumprindo
as respectivas alianças com o Senhor.
Nesta
ressurreição para o arrebatamento não estarão incluidos os que morreram em
desobediencia à Palavra do Senhor, seja ela explícita ou implícita, seja pela
Lei, pela Graça, ou até mesmo pela lei da conciencia todos os homens tiveram
sua chance em pequena ou em grande escala de reencontrar o seu criador, os que
optaram por não encontrar sofrerão tanto quanto aqueles que encontraram e dele
fizeram pouco caso.
Nesta ressurreição ninguém será condenado mas
todos comparecarão ante o tribunal de Cristo para ser julgados em relação ao
recebimento do galardão, nesta, as nossas obras serão reputadas a madeira,
feno, palha, ouro, prata e pedras preciosas, para que se possa passar pelo
julgamento de Cristo, se a nossa obra passar pelo fogo, receberemos o premio,
se ela se queimar não o receberemos, todavia seremos salvos e adentraremos às
bodas do Cordeiro.
Fique Atento, não podemos confundir o Tribunal de Cristo, com o Grande trono Branco,
falaremos a respeito do grande trono branco no capítulo13.
O arrebatamento da igreja se dará de forma
invisível ao mundo pois as pessoas desaparecerão entre um abrir e fechar de
olhos (forma retórica para dizer que será de tamanha rapidez que os olhos
humanos não terão tempo para contemplar).
8.1 – Correntes de
Pensamento dos que acreditam no arrebatamento.
8.1.1 – Pós-tribulacionismo. Os que seguem esta
linha de pensamento acreditam que a igreja será arrebatada depois da grande
tribulação, tendo como base entre outros textos, a carta de Jesus a Igreja de
Esmirna, que diz que teriam uma tribulação de dez dias.
Controvercia: O problema deste pensamento é que sendo assim não existiria arrebatamento,
visto que depois da grande tribulação se derá o advento do Messias, alem do mais
a visão pós-tribulacionista não separa a igreja de Israel, nem a antiga da nova
aliança, sendo assim a invalida a morte de Cristo, pois Israel, será salvo dos exercitos
do anticristo de acordo com as promessas de Deus do antigo pacto.
8.1.2-
Midi-tribulacionismo
Os que seguem esta linha de pensamento
acreditam que a igreja será arrebatada durante a grande tribulação, mais especificamente
no meio dela tendo como base II Ts. 2vv.
Controvercia: O problema desta linha de pensamento é de cunho histórico, pois a Bíblia
se refere às bodas do Cordeiro, sendo assim as bodas que na tradição judaica
duram sete dias representados aqui por sete anos só começaria no meio do tempo
previsto, ou seja nos úlimos 42 meses da grande tribulação.
8.1.3-Pré Tribulacionismo
A grande maioria dos cristãos entende que esta
é a linha de pensamento mais correta, visto que no caso da pós-tribulacionista
não existe possibilidade de arrebatamento e na midi-tribulacionista alem de
deixar uma indagação sobre as bodas do Cordeiro ficaria evidente a todos os
cristãos uma data quase que precisa para o evento, não sendo assim uma
surpresa, o problema dos grandes pensadores do assunto é a dificuldade em
distinguir o advento do arrebatamento, ou ainda de aceitar que a vinda de
Cristo se dará em duas etapas distintas e separadas por um prazo de sete anos.
Capítulo
9
A
Grande Tribulação
Existem grandes confusões quanto a grande
tribulação, alguns acreditam que ela teve início na perseguição da igreja
primitiva, outros acreditam que ela nem mesmo existirá, outros acreditam que
estamos vivendo a grande tribulação, mas o que a bíblia diz sobre o assunto?,
como podemos compreender a realidade do evento segundo as Escrituras?
Primeiramente é nescessário acreditar que este
evento existirá, e que independente dos pensamentos, o que vale é o que a bíblia
diz a respeito, nenhum estudante da bíblia tem o poder de invalidar qualquer
que seja o ensino fornecido por ela, portanto devemos acreditar na Palavra do
Senhor.
A grande tribulação é melhor compreendida
quando observamos os textos de Daniel nos Capítulos 2, 7 e 9, que falam a respeito
dos grandes eventos do fim da histótia da humanidade
Capítulo 2
No Capítulo 2 de
Daniel a estátua do sonho de Nabucodonosor, se refere a história dos 4 grandes
impérios do mundo; Babilonico, Medo-Persa, Grego e Romano, e os pés da estátua
se referem ao 5º grande império mundial, que na realidade é o ressurgimento do
4º que é o romano, porém com um governantre cuja liderança é segundo a eficácia
de Satanás (2Ts.: 2:9).
Capítulo 7
No
Capítulo 7 de Daniel, a estátua do sonho de Nabucodonosor dá lugar às visões de
Daniel, a respeito de quatro grandes animais que se lavantaram representando os
seguintes reinos:
Leão: Babilonia
Urso: Media e Persia
Leopardo: Grécia
Terrível e espantoso: Roma
Teve ainda nesta visão o surgimento de um pequeno chifre que surgil do
quarto animal, se engrandeceu derrubando outros 3 chifres, se referindo ao
anticristo e seu governo, que usurpará a terra.
Capítulo 9
Fala das setenta semanas reveladas a Daniel por
Gabriel, um anjo do Senhor, as quais tinham o propósito de purificar o povo de
Israel, as setenta semanas se referem a 490 anos de purificação que o povo de
Israel precisava passar, as divisões destas semanas são as seguintes:
7 Semanas (49 anos): se referem ao tempo da reconstrução da cidade de Jerusalem desde o decreto
do imperador persa até a conclusão da obra.
62 semanas (434 anos): desde o tempo da conclusão da obra até a morte de Jesus, o Messias.
70ª semana: (7 Anos) se refere exatamente ao tempo da grande tribulação que é chamada tambem de
Dia da ruína (Dt: 32:35) “Dia da
vingança de Deus” (Is 34.8; 61.2), “Tempo da angústia de Jacó” (Jr 30.7);
“Septuagésima Semana de Daniel” (Dn 9.27), “Dias de indignação, tribulação,
angústia, alvoroço, assolação, trevas, escuridão, nuvens e densas trevas,
trombeta e alarido” (Sf 1.15,16), “Grande aflição” (Mt 24.21), “Ira” (1Ts
1.10), “Ira do Cordeiro” (Ap 6.16,17), “A Hora do Juízo” (Ap 14.7), “Ira de
Deus” (Ap 14.10,19), “Hora da tentação” (Ap 3.10), “A Tribulação” (Mt 24.29) e
a “Grande Tribulação” (Ap 7.14).
Neste tempo que
sucede o arrebatamento da igreja e é simultâneo às bodas do Cordeiro, acredita-se
que haverá no mundo um grande colapso político e econômico que exigirá uma
liderança unilateral para a resolução do
problema, é ai que surje na história da humanidade um líder como nunca houve,
um homem que liderará o mundo de forma aparentemente pacífica durante os
primeiros três anos e meio do seu reinado, mas que depois se revelará um homem
perverso, que dominará os povos com poder satanico e que matará todo aquele que
não o venerar como deus, por isto, muitas pessoas se aliarão a ele com o
intuito de viverem, mas na verdade, estarão fazendo uma aliança com o maior
representante de satanás de todos os tempos.
A segunda besta que é o falso profeta ordenará que se construa e se adore
uma imagem da 1ª besta que é o anticristo e ordenará um sinal na mão direita ou
na testa para que ninguem possa comprar ou vender se não tiver a marca ou sinal
da besta
Nesta ocasião, de alguma forma o anticristo reconstruirá o templo de
Jerusalem e se autoentitulará o rei dos judeus o qual será aceito por eles,
conforme as palavras de Jesus(Jo 5:43) mas ao colocar uma estátua eu imagem de
sí mesmo no templo e exigir adoração, será rejeitado pelos judeus o que
resultará em uma grande perseguição.
Capítulo 10
O Retorno do Messias
O
Retorno do Messias, tambem conhecido como Volta de Cristo, Volta de Jesus,
Advento do Messias, marcará o fim da grande tribulação, e o começo do milenio,
segundo as escrituras podemos entender que este evento acontecerá no momento em
que os exercitos do anticristo estiverem a ponto de extinguir a nação de
Israel, pois as principais profecias das Escrituras falam a respeito de um dia
glorioso, um dia de juizo, um dia de vitória, e em especial no livro do profeta
Zacarias, mais precisamente nos capítulos 13 e 14, falam a respeito da grande
tribulação, do retorno de Cristo e do milenio sequentemente, mostra que esta
visão está correta.
10.1 – O Fim do anticristo
e do falso profeta
As Escrituras nos
revelam que no retorno de Jesus a primeira ação será a prisão do anticristo e
do falso profeta, eles se reunirão para batalhar contra Cristo no vale do
Armagedom (Ap 16:13-16) porem o Senhor
Jesus os destruirá pelo sobro da Sua boca (2 Ts. 2.8) e os lançará vivos no
lago de fogo onde serão atormentados para todo o sempre. (Ap 19:19,20 e Ap
20:10)
10.2 – A Prisão de Satanás
Este será o segundo
grande evento da volta de Cristo, satanás será aprisionado em um abismo, onde
permanecerá por mil anos, enquanto isto ele planejará uma revolta contra Cristo
com o objetivo de levar muita gente a perdição juntamente com ele. (Ap. 20:1-3)
10.3 – Julgamento das
Nações
Este Julgamento terá
como base a posição da nação em relação a Israel por ocasião do governo do
anticristo, se ela se posicionou contra haverá uma punição, caso tenha se
posicionado a favor certamente haverá bençãos, porem este julgamento não envolve indivídous e sim a nação em
sua forma constitucional, pois vemos que os sobreviventes delas subirão a Jerusalem
para adorar a Jesus. Zc. 14: 12-21.
Capítulo 11
O Milenio
Depois
de ter Jesus destruido o antcristo e o falso profeta, aprisionado satanás e
julgado as nações, é hora agora de instaurar o seu reino na terra, neste
momento Jesus fará de Jerusalem o seu trono e governará o mundo a partir de lá.
O Milênio é criado por Deus como o teste final da
humanidade caída sob as circunstâncias mais ideais, cercada por toda a
capacidade de obedecer ao governo do Rei, e que as fontes externas de tentação
também serão retiradas. Será a última oportunidade para a humanidade de se
manter fiel ao Senhor.
11.1 - Características
gerais do Milenio.
Período de paz em toda a
Terra: (Is 2.4);
Restauração final de
Israel: (Jr 31.31-34);
Será um reino de justiça e
retidão universais: (Jr 23.5);
Será um tempo de alegria e
felicidade: (Is 35.10);
Haverá grande prosperidade
material: (Zc 8.12);
Os animais selvagens
perderão a ferocidade: (Is 65.25).
Haverá Pecado: (Is. 65.20)
Haverá Longevidade: (Is
65.22)
11.2 - Quem participará do
Milênio
* Os crentes arrebatados em corpo glorioso sem sofrer alterações do
tempo. (Ap 19:14)
* Os Crentes mortos na grande tribulação, que irão ressuscitar para o
reino com Cristo. (Ap 20: 4-6)
* Os Sobreviventes da batalha do Armagedom (Zc 14:16)
Capítulo
12
A
soltura revolta e o fim de Satanás
Passado o Milênio, Satanás será
solto da sua prisão (Ap 20:7,8) ele sairá e enganará as nações sobre os quatro
cantos da terra, não se sabe quanto tempo ele demorará para seduzir um grande número
de pessoas contra Cristo, mas o que se sabe é que ele enganará a muitos e os
congregará em campo para pelejarem contra o Senhor, certamente ele se utilizará
de um homem para que lidere seus exércitos, mas Deus os destruirá pelo fogo, e
lançará Satanás no lago que arde com fogo e enxofre que é o destino final de
Satanás e de todos os ímpios.
Capítulo
13
O Juízo
Final
Em apocalipse 20:4 nós vemos que os santos da grande tribulação
ressuscitaram para reinar com Cristo, mas no versículo 5 diz que os outros não
ressurgiram até o final do milênio, estes “outros” abrangem todos os ímpios
desde o tempo de Adão até o confronto final de Deus e Satanás depois da soltura
do adversário após o milênio; eles ressurgirão para ser julgados, no grande
trono branco, e condenados ao lago de fogo, que é a segunda morte, neste dia
serão lançados no lago de fogo os ímpios, a morte e o inferno.
*Alguns
acreditam que neste julgamento não haverá salvação, porem tem algumas coisas a
se observar:
1-
Será que de fato neste julgamento estarão apenas os injustos ou estarão também
aqueles que permaneceram fiéis ao Senhor, e morreram em boa idade, durante o
milênio?
2-
Será que não estarão presentes os vivos que não aderiram à rebelião de Satanás?
3-
Porque será que no versículo 15 diz que “aquele” que não foi achado escrito no livro da vida foi
lançado no lago de fogo?
Se fizermos uma análise com base nestas indagações vamos
entender que por mínima que seja, haverá sim salvação ou continuidade da
Salvação no Juízo Final.
Capítulo 14
A Nova Jerusalém
No Capítulo 21 de Apocalipse, vemos a descrição de um novo céu e uma nova
terra, entende-se que Deus fará uma renovação da terra ou criará uma terra
totalmente nova, o fato é que esta nova terra não mais precisará de lua, de sol
ou mesmo de mares, pois a Luz radiosa de Cristo e de Deus estará nela
perpetuamente, entende-se que quando a Nova Jerusalém descer do céu e se
estabelecer entre os céus e a terra, todos os salvos em Cristo já estarão em
estado de glória eterna, e Cristo entregará o reino a Deus O Pai (1Cor. 15:28)
Capítulo 15
A Culminância
Depois de Cristo ter entregado o Reino ao Pai, o próprio Deus Criará um
Estado eterno no qual não haverá mais morte nem pranto nem clamor nem dor, pois
todas as coisas são passadas, (Ap 22: 1-5)
Haverá
então paz para todo o sempre; Amém! e Deus estará em nosso meio e nós seremos o
Seu povo e o mesmo Deus será o nosso Deus. Amém.
Maranata, Vem Senhor Jesus
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Os Dízimos e a Igreja
Tem sido ao longo dos séculos uma grande dúvida em todas as igrejas do Senhor a questão dos dízimos, muitos dizem que foram instituídos por Moisés, outros dizem que são restritos aos israelitas, outros afirmam que a igreja tem por obrigação dar os dízimos venho através deste blog que tem como objetivo esclarecer, ou pelo menos trazer uma visão diferenciada de determinados assuntos, expor o meu pensamento a respeito do dízimo.
A primeira vez que a palavra dízimo aparece na bíblia é em Gênesis 14:20, que é parte da história de Abrão quando este volta vitorioso da batalha contra os opressores de Sodoma que haviam sequestrado o seu sobrinho Ló, quando veio Melquizedeque [Melk-tzedak] que era rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, e abençoou a Abrão, o qual lhe deu o dízimo de tudo.
A Segunda vez vem com Jacó que após sonhar com a escada que saía da terra e tocava os céus, sonho no qual teve a promessa de prosperidade fez um voto dizendo que de tudo daria o dízimo Gn. 28:22
Depois disto os dízimos aparecem na Bíblia como ordenança divina aos filhos de Israel, e tinham como objetivo sustentar os descendentes de Leví que trabalhavam no tabernáculo e posteriormente tinham funções distribuídas no Templo. os levitas não tinham uma herança territorial, mas tiveram cidades espalhadas por todo o território de Israel,
Até mesmo os levitas davam dízimos, a saber os dízimos dos dízimos para não profanarem as ofertas do Senhor, estes dízimos dos dízimos eram destinados ao sumo sacerdote. Nm. 18:26-32
Houve um tempo pós-exílico que os filhos de Israel deixaram de contribuir com os dízimos, e assim os levitas passaram a padecer necessidades, por isso o Senhor através do profeta Malaquias os advertiu contra esta atitude e os chamou de roubadores, Ml. 3:8
Os dízimos passaram a ser uma obrigação nacional, independente da comunhão com o Senhor, os escribas e os farizeus se vangloriavam de serem dizimistas, e por isto o Senhor Jesus citou os dízimos por duas vezes no novo testamento, e quando falou deste assunto criticou-os por tratarem dos dízimos como uma mera obrigação religiosa. esquecendo da justiça de Deus Mt. 23:23 / Lc. 11:42 / Lc. 18:12.
Depois disto só se fala em dízimo na carta ao Hebreus, se referindo aos dízimos dados por Abrão a Melquizedeque.
Que significa isto, é errado dar dízimos? não temos direito de dá-los? ou temos obrigação?
Não existe nenhum texto bíblico que obrigue a igreja dar dízimos, mas também não tem nenhum que a proíba, sendo assim abre-se um espaço para se discutir o assunto. o Cristão pode dar Dízimos? sim. Ele é obrigado? depende da situação, a partir do momento que eu faço um voto ao Senhor eu tenho o dever de cumprir, Ec. 5:4.
Em que os dízimos são importantes para a Igreja?
Ora todo cristão pode fazer este voto ao Senhor, e de determinada forma o faz a partir do momento em que concorda em participar de uma organização na qual tem como ordenança eclesiástica, o pagamento dos dízimos, sabemos porém que não existe (e se existe não tem um amplo conhecimento) daqueles que se batizam em determinadas denominações a respeito dos dízimos.
Portanto os dízimos não são uma obrigação para os cristãos mas podem se tornar um grande privilégio pois os que são dizimistas estão cooperando para o crescimento, expansão e manutenção do Reino de Deus, visto que estes não estão sob o domínio da Lei, mas sob a Graça de Deus.
Façamos pois votos ao Senhor de darmos os dízimos de toda a nossa renda e a partir daí poderemos ver o crescimento do Reino de Deus, não considerando os dízimos como algo obrigatório mas como uma forma de agradecer a Deus por tanta benção recebida.
A primeira vez que a palavra dízimo aparece na bíblia é em Gênesis 14:20, que é parte da história de Abrão quando este volta vitorioso da batalha contra os opressores de Sodoma que haviam sequestrado o seu sobrinho Ló, quando veio Melquizedeque [Melk-tzedak] que era rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, e abençoou a Abrão, o qual lhe deu o dízimo de tudo.
A Segunda vez vem com Jacó que após sonhar com a escada que saía da terra e tocava os céus, sonho no qual teve a promessa de prosperidade fez um voto dizendo que de tudo daria o dízimo Gn. 28:22
Depois disto os dízimos aparecem na Bíblia como ordenança divina aos filhos de Israel, e tinham como objetivo sustentar os descendentes de Leví que trabalhavam no tabernáculo e posteriormente tinham funções distribuídas no Templo. os levitas não tinham uma herança territorial, mas tiveram cidades espalhadas por todo o território de Israel,
Até mesmo os levitas davam dízimos, a saber os dízimos dos dízimos para não profanarem as ofertas do Senhor, estes dízimos dos dízimos eram destinados ao sumo sacerdote. Nm. 18:26-32
Houve um tempo pós-exílico que os filhos de Israel deixaram de contribuir com os dízimos, e assim os levitas passaram a padecer necessidades, por isso o Senhor através do profeta Malaquias os advertiu contra esta atitude e os chamou de roubadores, Ml. 3:8
Os dízimos passaram a ser uma obrigação nacional, independente da comunhão com o Senhor, os escribas e os farizeus se vangloriavam de serem dizimistas, e por isto o Senhor Jesus citou os dízimos por duas vezes no novo testamento, e quando falou deste assunto criticou-os por tratarem dos dízimos como uma mera obrigação religiosa. esquecendo da justiça de Deus Mt. 23:23 / Lc. 11:42 / Lc. 18:12.
Depois disto só se fala em dízimo na carta ao Hebreus, se referindo aos dízimos dados por Abrão a Melquizedeque.
Que significa isto, é errado dar dízimos? não temos direito de dá-los? ou temos obrigação?
Não existe nenhum texto bíblico que obrigue a igreja dar dízimos, mas também não tem nenhum que a proíba, sendo assim abre-se um espaço para se discutir o assunto. o Cristão pode dar Dízimos? sim. Ele é obrigado? depende da situação, a partir do momento que eu faço um voto ao Senhor eu tenho o dever de cumprir, Ec. 5:4.
Em que os dízimos são importantes para a Igreja?
Ora todo cristão pode fazer este voto ao Senhor, e de determinada forma o faz a partir do momento em que concorda em participar de uma organização na qual tem como ordenança eclesiástica, o pagamento dos dízimos, sabemos porém que não existe (e se existe não tem um amplo conhecimento) daqueles que se batizam em determinadas denominações a respeito dos dízimos.
Portanto os dízimos não são uma obrigação para os cristãos mas podem se tornar um grande privilégio pois os que são dizimistas estão cooperando para o crescimento, expansão e manutenção do Reino de Deus, visto que estes não estão sob o domínio da Lei, mas sob a Graça de Deus.
Façamos pois votos ao Senhor de darmos os dízimos de toda a nossa renda e a partir daí poderemos ver o crescimento do Reino de Deus, não considerando os dízimos como algo obrigatório mas como uma forma de agradecer a Deus por tanta benção recebida.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Jovens, sois fortes
O apóstolo João disse estas palavras com muita precisão, ele sabia exatamente o que estava dizendo, "jovens, sois fortes" é uma afirmativa inegável, não se pode dizer que João está errado, pois ele sabia quem era o seu público alvo.
Muitos se apegam a este texto para fazer diversos sermões, em especial nas igrejas pentecostais e neo-pentecostais onde tem-se como público alvo os jovens, a visão está correta, pois em nosso país é muito difícil, um jovem não cristão em especial aqueles que vivem nas periferias das grandes cidades, alcançar a maior idade, pois o assédio da mídia televisiva, e da vivencia cotidiana os impulsiona para uma vida de pecados onde envolve o uso de drogas, orgias, marginalidade, e tudo aquilo que acelera o processo do fim da vida.
A missão da igreja entretanto, não se resume a trazer os jovens para o templo tirando-o da vida de pecados, envolve fazer dele um discípulo de Cristo, foi exatamente o que Cristo falou, "ide, fazei discípulos de todas as nações"
O que é fazer discípulo?
A continuidade do texto diz: "batizando-os em nomo do Pai e do Filho e do espírito Santo, ensinando-os a guardar[obedecer] todas as coisas que eu vos tenho mandado".
Portanto o fazer discípulos está longe da nossa realidade atual, visto que nos nossos dias o que mais vemos, são pastores fazendo discípulos para si, não é raro ouvirmos a frase "fulano é discípulo de ciclano", e ainda outros criando uma igreja para si, ensinando aquilo que querem sem nenhum compromisso com a Verdade bíblica, e muito menos co AquEle que a inspirou.
Minha Preocupação
A igreja de Cristo Vive em esperança, a esperança de que Ele volte logo, mas e se Ele demorar mais uns 20 ou 30 anos, não nos esqueçamos de que os jovens que hoje estão sendo formados, serão os líderes neste tempo, qual será a qualidade do povo dito evangélico, o que fazemos hoje, contribuirá diretamente para o futuro da igreja.
Conclusão
Jovens sois fortes, mas apenas aqueles em cuja vida a Palavra de Deus habita, com efeito estes já venceram o Malígno.
Muitos se apegam a este texto para fazer diversos sermões, em especial nas igrejas pentecostais e neo-pentecostais onde tem-se como público alvo os jovens, a visão está correta, pois em nosso país é muito difícil, um jovem não cristão em especial aqueles que vivem nas periferias das grandes cidades, alcançar a maior idade, pois o assédio da mídia televisiva, e da vivencia cotidiana os impulsiona para uma vida de pecados onde envolve o uso de drogas, orgias, marginalidade, e tudo aquilo que acelera o processo do fim da vida.
A missão da igreja entretanto, não se resume a trazer os jovens para o templo tirando-o da vida de pecados, envolve fazer dele um discípulo de Cristo, foi exatamente o que Cristo falou, "ide, fazei discípulos de todas as nações"
O que é fazer discípulo?
A continuidade do texto diz: "batizando-os em nomo do Pai e do Filho e do espírito Santo, ensinando-os a guardar[obedecer] todas as coisas que eu vos tenho mandado".
Portanto o fazer discípulos está longe da nossa realidade atual, visto que nos nossos dias o que mais vemos, são pastores fazendo discípulos para si, não é raro ouvirmos a frase "fulano é discípulo de ciclano", e ainda outros criando uma igreja para si, ensinando aquilo que querem sem nenhum compromisso com a Verdade bíblica, e muito menos co AquEle que a inspirou.
Minha Preocupação
A igreja de Cristo Vive em esperança, a esperança de que Ele volte logo, mas e se Ele demorar mais uns 20 ou 30 anos, não nos esqueçamos de que os jovens que hoje estão sendo formados, serão os líderes neste tempo, qual será a qualidade do povo dito evangélico, o que fazemos hoje, contribuirá diretamente para o futuro da igreja.
Conclusão
Jovens sois fortes, mas apenas aqueles em cuja vida a Palavra de Deus habita, com efeito estes já venceram o Malígno.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Os filhos de Deus e as filhas dos Homens de Gênesis 6
Ao longo de todo o tempo em que eu estudo a Bíblia, muitos assuntos tem sido motivo de calorosos debates, tais como: a filha de Jefté, a ressurreição corporal de Cristo, a jumenta de Balaão, etc. mas um dos mais debatidos e muito difícil de se chegar a um consenso, é quanto aos filhos de Deus e as filhas dos homens de Gênesis 6, para que possa discorrer sobre o assunto, vamos ver o texto na integra:
E aconteceu que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas,Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram. Então disse o SENHOR: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos.
Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama. E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente. Gênesis 6:1-5
As principais correntes de pensamento sobre o assunto são estas:
1º Os Filhos de Deus eram anjos caídos, e que deles nasceram os gigantes.
2º Os filhos de Deus Seriam filhos dos "deuses" ou seja reis poderosos
3º Os filhos de Deus eram os descendentes de Sete e as filhas dos homens, descendentes de caim.
Verso 1: E aconteceu que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas.
Vemos aqui que o texto fala especificamente de reprodução humana.
Verso 2: Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram
Ora, sabemos que os anjos, sejam eleitos ou caídos, são seres assexuados, não possuem nenhuma definição ou tendencia sexual, portanto surgem as perguntas: como um ser assexuado pode atentar para a beleza de uma mulher ou de um homem? e se por acaso houvesse essa possibilidade por mais remota que fosse, porque se encantaria só por mulher?, o que o impediria de se encantar por um homem e para seduzi-lo assumir a forma de mulher?
Ora, quando se diz que eles tomaram mulheres para si, isto significa que eles se casaram, e todos sabemos que em especial o povo antigo, só se casava com quem já se conhecia ou quem era da família, caso não, o casamento só era feito a partir de um concerto com ambas as famílias.
Verso 3: Então disse o SENHOR: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos.
O Senhor disse que o Seu Espírito não ficaria para sempre com o Homem, ou seja o homem é o único responsável pelas suas ações.
Verso 4: Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.
Ora naqueles dias estavam os Nefilins na terra, e também depois, quando os filhos de Deus conheceram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos. Os Nefilins eram os valentes que houve na antiguidade, varões de renome, (Imprensa Bíblica Britânica)
A Bíblia, não diz aqui que os gigantes passaram a existir, a partir dos relacionamentos entre as filhas dos homens e os filhos de Deus, e sim que naquela época eles já existiam, e também depois (posteriormente à existência dos gigantes [nephilins]) os filhos de Deus se casaram com as filhas dos homens, os gigantes eram os famosos heróis de guerra.
Verso 5: E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente.
A decisão de Deus em destruir a humanidade não foi apenas por causa da união entre os filhos de Deus e as filhas dos homens, mas principalmente, por causa da corrupção e da violência que se propagava por sobre a terra, Gn. 6: 11-13.
Agora sim vamos as considerações para que cheguemos a um consenso.
Deficiências na teoria 1:
Os Filhos de Deus, não podem ser anjos caídos pelos seguintes motivos:
1: Sendo anjos caídos eles perderam o direito de serem chamados de filhos de Deus.
2: Os anjos só poderiam assumir forma humana, Temporariamente, e para uma missão específica, designada pelo próprio Deus.
3: mesmo que eles pudessem assumir a forma humana definitivamente, eles não poderiam gerar filhos, pois para que haja a fecundação é necessário que o espermatozoide, venha de um ser humano que fora formado por espermatozoide, caso contrário o óvulo rejeita a fecundação.
As teorias 2 e 3, são as mais coerentes com as Sagradas Escrituras, vejo porem na teoria 2 a dificuldade de se ter tantos reis poderosos e seus filhos se casarem com mulheres comuns que não pertenciam a realeza.
Portanto, analisando cuidadosamente as Escrituras é possível chegar a conclusão de que os Filhos de Deus eram os descendentes de Sete, Filho de Adão, que eram de uma linhagem pura e não dada a guerra e nem a corrupção, enquanto que as filhas dos homens eram as descendentes de Caim, a partir de quem começou a violência e a poligamia (corrupção) (Gn 4:19).
E aconteceu que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas,Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram. Então disse o SENHOR: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos.
Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama. E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente. Gênesis 6:1-5
As principais correntes de pensamento sobre o assunto são estas:
1º Os Filhos de Deus eram anjos caídos, e que deles nasceram os gigantes.
2º Os filhos de Deus Seriam filhos dos "deuses" ou seja reis poderosos
3º Os filhos de Deus eram os descendentes de Sete e as filhas dos homens, descendentes de caim.
Verso 1: E aconteceu que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas.
Vemos aqui que o texto fala especificamente de reprodução humana.
Verso 2: Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram
Ora, sabemos que os anjos, sejam eleitos ou caídos, são seres assexuados, não possuem nenhuma definição ou tendencia sexual, portanto surgem as perguntas: como um ser assexuado pode atentar para a beleza de uma mulher ou de um homem? e se por acaso houvesse essa possibilidade por mais remota que fosse, porque se encantaria só por mulher?, o que o impediria de se encantar por um homem e para seduzi-lo assumir a forma de mulher?
Ora, quando se diz que eles tomaram mulheres para si, isto significa que eles se casaram, e todos sabemos que em especial o povo antigo, só se casava com quem já se conhecia ou quem era da família, caso não, o casamento só era feito a partir de um concerto com ambas as famílias.
Verso 3: Então disse o SENHOR: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos.
O Senhor disse que o Seu Espírito não ficaria para sempre com o Homem, ou seja o homem é o único responsável pelas suas ações.
Verso 4: Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.
Ora naqueles dias estavam os Nefilins na terra, e também depois, quando os filhos de Deus conheceram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos. Os Nefilins eram os valentes que houve na antiguidade, varões de renome, (Imprensa Bíblica Britânica)
A Bíblia, não diz aqui que os gigantes passaram a existir, a partir dos relacionamentos entre as filhas dos homens e os filhos de Deus, e sim que naquela época eles já existiam, e também depois (posteriormente à existência dos gigantes [nephilins]) os filhos de Deus se casaram com as filhas dos homens, os gigantes eram os famosos heróis de guerra.
Verso 5: E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente.
A decisão de Deus em destruir a humanidade não foi apenas por causa da união entre os filhos de Deus e as filhas dos homens, mas principalmente, por causa da corrupção e da violência que se propagava por sobre a terra, Gn. 6: 11-13.
Agora sim vamos as considerações para que cheguemos a um consenso.
Deficiências na teoria 1:
Os Filhos de Deus, não podem ser anjos caídos pelos seguintes motivos:
1: Sendo anjos caídos eles perderam o direito de serem chamados de filhos de Deus.
2: Os anjos só poderiam assumir forma humana, Temporariamente, e para uma missão específica, designada pelo próprio Deus.
3: mesmo que eles pudessem assumir a forma humana definitivamente, eles não poderiam gerar filhos, pois para que haja a fecundação é necessário que o espermatozoide, venha de um ser humano que fora formado por espermatozoide, caso contrário o óvulo rejeita a fecundação.
As teorias 2 e 3, são as mais coerentes com as Sagradas Escrituras, vejo porem na teoria 2 a dificuldade de se ter tantos reis poderosos e seus filhos se casarem com mulheres comuns que não pertenciam a realeza.
Portanto, analisando cuidadosamente as Escrituras é possível chegar a conclusão de que os Filhos de Deus eram os descendentes de Sete, Filho de Adão, que eram de uma linhagem pura e não dada a guerra e nem a corrupção, enquanto que as filhas dos homens eram as descendentes de Caim, a partir de quem começou a violência e a poligamia (corrupção) (Gn 4:19).
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